segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

terça-feira, 10 de julho de 2007

foz


arco-iris na guela da garganta do diabo

sexta-feira, 29 de junho de 2007

equilíbrio


o vício... não somente de psicotrópicos se faz dependentes

quarta-feira, 27 de junho de 2007

teresa


Cadê Teresa? Onde anda Minha Teresa?
Teresa foi ao samba lá no morro e não me avisou. Será que arrumou outro crioulo pois ainda não voltou!
Cadê Teresa? Onde anda minha Teresa?
Teresa minha nêga minha musa eu gosto muito de você, sou um malandro enciumado, machucado que espera por você. Juro por Deus se você voltar eu vou me regenerar, jogo fora meu chinelo,meu baralho e a minha navalha e vou trabalhar.
Mas cadê minha Teresa? Minha amada, idolatrada, salve salve...


sábado, 9 de junho de 2007

um lugar


"e o sertão vai virar mar, e o mar sim, depois que encharcar as mais estreitas veredas, virará sertão"


furnas- MG

quinta-feira, 7 de junho de 2007

isso


"o poema é uma garrafa de naufrago jogada ao mar, quem encontra salva-se a sí mesmo."


Mário Quintana

Inlakesh


Eu e tú somos um só. A separação é ilusória. A tal maneira que esta integrabilidade se estende para alem de nós mesmos... até ela. Ela, que está fora, ao redor... e dentro, de mim, de tudo. E tudo permeia, tudo renova, engrandece e purifica. Ela, singela e acolhedora, como a mãe que acalenta as lágrimas dos pequenos. Ela, que enche meus olhos de enlevo e faz voar toda sorte de pensamentos espontâneos e de inspiração permanente. Ela, a musa do poeta, a deusa do sonhador, a calma dos desesperados...o tesouro dos bem aventurados...Ela a natureza.
Inlakesh!